sexta-feira, 22 de maio de 2015

Relembrar e Refletir

Revisando conteúdos antigos elaborados, deparo-me com os primeiros vídeos de explicação e apresentação do GAFC. Vídeo de 2012, alguns meses após a fundação do Grupo, eu mesmo ao assistir noto que estávamos comprando uma ideia um tanto quanto complicada, complexa, algo ousado até para nós mesmos. Percebemos que pela inexperiência em comunicação e como transmitir os ideais, observamos um nervosismo na elaboração do primeiro vídeo, tanto quanto no segundo.


Alguns erros, algumas dificuldades em se expressar podem ser observados, mas isso é perfeitamente aceitável devido à primeira experiência, a pressão, nervosismo e a responsabilidade para pessoas que estão começando algo diferente.

 E observar o hoje e o agora, para percebermos o quanto a ideia desenvolveu-se e como nós mesmos estamos mais aprimorados na divulgação científica e na comunicação de ideais e o crescimento de uma pequena ideia para o GAFC.
quarta-feira, 11 de março de 2015

Presidente/Fundador do GAFC recebeu 'Universe in a Box'


Nesta quarta-feira dia 11 de Março, o presidente e fundador do GAFC, Douglas Ferrari, recebeu duas caixas do Universe in a Box, do UNAWE da Universidade de Leiden, Holanda.
universe in a box 2 - Copia
Caixas recebidas
O Universo numa Caixa, em tradução livre para o português consiste numa caixa no qual há materiais e atividades para ensinar e introduzir astronomia à crianças entre a faixa etária de 4 à 10 anos.
Douglas está escrevendo um projeto de inserção e ensino de Astronomia para crianças juntamente com o Dr. Roberto Torres (coordenador do Curso de Física do IFC – Campus Concórdia) o qual visa justamente a utilização das Caixas do UNAWE.
Universe_In_A_Box_contents
Universe in a Box Crédito: UNAWE
Quando das realizações das atividades e utilização das caixas, o site do GAFC será utilizado para notícias e atualizações sobre as atividades.
sábado, 17 de janeiro de 2015

ALMA observa nascimento de Estrelas Gêmeas

ALMA observa o nascimento de estrelas gêmeas


Se o nosso Sol é uma estrela solitária, a maioria das estrelas no universo existem aos pares ou mais. Estas estrelas gêmeas são formadas mais ou menos ao mesmo tempo e passam a maior parte de suas vidas juntas, orbitando um ao outro em uma valsa cósmica 'eternamente'. Os astrônomos chamam-as de estrelas binárias.

Para nossa surpresa, pouco se sabe sobre o nascimento de estrelas binárias. Todas as estrelas se formam em nuvens cósmicas de gás e poeira que colapsam sob seu próprio efeito da gravidade. No caso de uma estrela, as extremidades formam-se de um material cósmico que roda em um disco plano, onde o gás flui. No centro do disco, o gás gradualmente formar uma esfera gigante, até que, depois de se tornar quente o suficiente, a enorme bola de gás começa a brilhar: nasce uma estrela.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Natal, São João e Astronomia


Algumas associações entre as festividades do Natal e do São João com as Estações do Ano



Cada estação do ano é um fenômeno físico (astronômico) e também um fenômeno cultural de vários povos, que é possível se conhecer através de pesquisas sobre o folclore, os mitos e as religiões de cada um deles e explicita as relações entre o Homem/sociedade e a natureza/ambiente.

O Solstício de Verão é comemorado pelos povos nórdicos por causa dos longos invernos. Não há festas populares espontâneas para a comemoração do Solstício de Verão nos países tropicais, porém o Natal e o São João são festejados na América por influência cultural européia. Tal fato ocorre provavelmente porque a maior parte do planeta só tem marcadamente duas estações do ano, o Verão e o Inverno, é o que advém nos trópicos e nas zonas polares.

As zonas temperadas do Norte e do Sul, possuem as quatro estações do ano bem diferenciadas e definidas. Daí haver quase um “determinismo geográfico” para a existência das festividades do Natal e do São João.

Nas altas latitudes da Europa, mais especificamente nos países nórdicos, e dentre eles a Finlândia, o assunto das estações do ano é muito especial. Segundo um documentário apresentado em DISCOVERY CHANNEL (1995), para os povos nórdicos que vivem na fronteira entre a zona temperada do Norte e a zona polar Ártica, o dia 21 de junho que marca aproximadamente o Solstício de Verão para o Hemisfério Norte, é um dia de festa extremamente importante, pois é “um dia de luz no qual se comemora coisas novas quando as velhas chegam ao fim”. Nesse dia deve-se “gozar a luz, mesmo sabendo que as trevas estão chegando”. Nos países nórdicos europeus, que são atravessados pelo Círculo Polar Ártico ocorre o Sol da meia-noite, no Solstício de Verão e seis meses depois a completa escuridão, por vários dias, por ocasião do Solstício de Inverno em 22 de dezembro.

Na Finlândia, no final de semana mais próximo ao Solstício de Verão, é comemorado o nascimento de São João Batista, que tradicionalmente ocorre no dia 24 de junho. Os finlandeses brindam ao Sol da meia-noite com vodka, desejando algo para o futuro. Eles acrescentaram a essa informação, vários rituais pré-cristãos de adivinhação do futuro, enquanto o cardápio das refeições festivas envolve alimentos típicos desta estação do ano. As frutas de verão , por sua vez, fazem parte dos bolos e das tortas.

Curiosamente em alguns países o Solstício de Verão é chamado de San Juan(Espanha), San Jacques (França) e San Johannes na Finlândia. Por outro lado, segundo LINHARES (1985), o dia 25 de dezembro – o Natal – é simbólico, pois esta data foi fixada pelo Papa Júlio I, no século IV, para se festejar o nascimento do “Filho de Deus feito Homem”, em substituição a festa romana pagã do Solstício, consagrada ao Sol. O dia de São João também foi fixado pela Igreja Católica para lembrar a relação estreita entre João e Jesus Cristo, pois João nasceu no Verão do Hemisfério Norte, exatamente seis meses antes de Cristo. Como João era um “iluminado”, um profeta, e como o Solstício de Verão é o dia mais longo do ano, no Hemisfério Norte, foi natural a associação entre um fenômeno astronômico e a religião, o que culminou na instituição dessa data comemorativa.

A Igreja Católica postula que João afirmou que Jesus tornar-se-ia cada vez mais luminoso, por isso a Jesus é atribuído o nascimento no Solstício de Inverno, que tem a parte clara do dia mais curta do ano e a parte escura ou noite mais longa do ano, no Hemisfério Norte. O que ocorreria a Jesus, segundo João, é exatamente o que ocorre ao Sol. Após 24 de junho (nascimento de João) o Sol fica cada vez mais baixo no céu, de maneira que os dias ficam mais curtos. Após 25 de dezembro (nascimento de Jesus) o Sol fica cada vez mais alto no céu, desta forma a parte clara dos dias ficam cada vez mais longos e as noites mais curtas, paulatinamente.

De acordo com DISCOVERY CHANNEL (1995), os dias mais escuros de dezembro são considerados como dias de renascimento para os povos nórdicos, que anseiam pelos dias mais luminosos do Verão em junho. Deve-se notar que essas datas festivas de Natal e de São João são “próximas” dos Solstícios, mas não coincidem com eles.

Acredita-se que João batizou Cristo, por isso a água é uma parte importante nesta comemoração entre os povos católicos. A água simboliza a purificação e o batismo. O fogo é o símbolo do Sol. Os finlandeses fazem fogueiras para incentivar o Sol a manter seu bom trabalho, o que se constitui em um dos mais antigos rituais remanescentes da Europa. A fogueira é um ritual oferecido ao Sol, no qual os nórdicos pedem luz e calor eternos, representando a esperança coletiva de um futuro brilhante.

Essas fogueiras eram feitas também na Inglaterra, há alguns séculos, porém eram constituídas de ossos preenchidos por poções mágicas, que ao queimar afastariam os espíritos malignos, que tinham o poder de fazer o Sol se enfraquecer.

Na Mesopotâmia, por sua vez, há uma lenda associada ao nascimento de crianças de linhagem sagrada babilônias. Essas crianças eram quase sempre concebidas em rituais de casamentos na primeira Lua Nova do ano, após o Equinócio de Primavera. Dessa forma as crianças nasciam no Solstício de Inverno, ou Nata, e se tornavam altos sacerdotes, poetas e reis e rainhas.
Considera-se que até mesmo Jesus – o Menino Divino do Natal cristão – nesta concepção foi supostamente uma criança concebida na primeira Lua Nova da Primavera, sendo metade divina e metade humana, tal quais as crianças sagradas da Babilônia e os heróis Gilgamesh da Suméria e Hércules da Grécia. Este é outro exemplo de como as religiões apropriaram-se de eventos astronômicos para seus símbolos, dentre eles as estações do ano.

No Brasil e em toda a América Latina, também há comemorações populares dos dias de São João e do Natal, que são heranças da cultura ibérica católica. Segundo ARAÚJO (19--), São João Batista, é o santo mais festejado em todo o Brasil. No interior baiano é um dia santificado e a partir do meio-dia do dia 23 iniciam-se as comemorações. São feitas fogueiras nas fazendas, sítios, bairros rurais e nas áreas urbanas. Os mercados, as feiras e as casas comerciais ficam cheios de pessoas para comprar os preparativos para a ceia deste dia, destacando-se a canjica, o bolo de São João ou "bolo de carimã com ovos", amendoim cozido e carne. Nesta festa há flores por toda parte que surgem após as chuvas de inverno que precedem o dia de São João no Agreste brasileiro. Também se tira a sorte por meio de jogos cuja finalidade é saber o futuro, em geral quanto à nupcialidade. Note as semelhanças de mitos e rituais entre as comemorações nórdicas européias, brasileiras e portuguesas, esta última, vem a seguir:

TOCANTINS (1963) afirma que no séc. XVIII, em Portugal chegou-se a utilizar um calendário com base no dia vinte e quatro de junho. Neste calendário o ano era contado de São João a São João. O banho-de-cheiro dos paraenses teve origem no costume português do banho de rio obrigatório no dia de São João, que no século XIV era comum na Europa Ocidental. A sorte, a alegria, a prosperidade, a saúde e o dinheiro, dominam o pensamento de todos na festa de São João, que simboliza o Solstício de Verão para o Hemisfério Norte e a anunciação de Jesus, após seis meses no outro Solstício.
Os estudos em Geografia deveriam abordar este assunto com mais freqüência, proporcionando uma imersão em culturas de outros países, através de lendas, superstições, festas, cardápios de comidas e bebidas feitas de frutas e vegetais típicos de cada estação do ano.

Vamos celebrar o Natal e o São João as festas irmãs mais populares do cristianismo!

Créditos de Autoria: Prof. Dr. Paulo Henrique Azevedo Sobreira | Instituto de Estudos Socioambientais | Planetário da UFG

Adaptado de:

SOBREIRA, Paulo Henrique Azevedo. Astronomia no Ensino de Geografia – análise crítica nos livros didáticos de Geografia. Dissertação de mestrado apresentada a FFLCHUSP, São Paulo, 2002a. 275p.


Referências Bibliográficas

ARAÚJO, Alceu Maynard. Folclore nacional. São Paulo: Edições Melhoramentos. 3 v. 19--

DISCOVERY CHANNEL O sabor de viajar – Finlândia.Travel Channel/Discovery Channel, 1995.

LINHARES, Thelma R. S. Natal. Fundação Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais; Centro de Estudos Folclóricos. Folclore. Recife, 117, dez. 1981

TOCANTINS, Leandro. Santa Maria do Belém do Grão Pará. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1963


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Um novo feito: Pousar num Cometa!


Puso! Pela primeira vez na história da humanidade uma nave espacial pousou  na superfície de um cometa.



Após 10 anos de viagem, em agosto, Rosetta e Philae chegaram finalmente ao seu destino: o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko.

Quanto mais Rosetta se aproximava deste estranho mundo, mais maravilhoso se tornava. Descobrimos que está repleto de crateras, elevados precipícios e rochas do tamanho de casas. Até existem jatos de gás e poeira que são expulsos da superfície!

Depois de muitas semanas a estudar a superfície do cometa os especialistas escolheram o  melhor lugar Uma vez tomada a decisão a tarefa seguinte era a de eleger a melhor trajetória em torno do cometa para que Philae pousasse no local certo.

Finalmente chegou a altura de Philae se despedir de Rosetta e preparar-se para o seu maior desafio. Philae fez a sua longa descida até ao cometa. Durante sete horas de alta tensão permanecemos sentados impotentes, enquanto Philae ía à deriva pelo espaço sem nenhuma possibilidade de controlá-la se saísse da sua posição correta.

Finalmente, com um enorme suspiro de alívio e um grande aplauso, Philae fez-nos chegar o sinal de que tinha aterrado sã e salva, tendo conseguido alcançar um extraordinário feito!

Philae já começou a enviar toda a informação possível sobre este fascinante mundo em miniatura. Em conjunto com a Rosetta, que está em órbita próxima do cometa, a pequena sonda ajudar-nos-à a compreender os objetos mais antigos do sistema solar.

Fato curioso

O cometa Churyumov-Gerasimenko/67P está atualmente a circular em torno do Sol a uma velocidade de 60 000km/h o que é mais do dobro da velocidade do Ônibus Espacial.
Fonte/Divulgação: UNAWE
sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Você sabia que nosso planeta tem 13 movimentos?


Além dos movimentos Rotação e "Translação" a Terra possui mais outros onze movimentos, você os conhecia?


  1. Rotação: movimento em torno de seu próprio eixo. Oeste para Leste. Duração de 23 h   56 min   4 s. Variações: Desaceleração por causa das marés = 0,00164 s por século; Variações irregulares devido à ação das massas de ar, do núcleo e do manto = 0,60 s  a  0,37 s  por ano.  Consequências: Dias e noites, Pontos cardeais, Achatamento da Terra, Movimento aparente do céu, Direção dos ventos e das correntes marinhas.

  2. Revolução (comumente chamado de translação): Em torno do Sol = 365 dias 5 h 48 min 50 s. Eixo inclinado 23°27'. Periélio em 2 de janeiro = 147 milhões de km. Afélio em 5 de julho =  152 milhões de km. Consequências: Distribuição desigual de calor e luz nos hemisférios, Estações do ano, Movimento aparente do Sol entre os 2 trópicos, Diferente duração dos dias e noites, Deslocamento anual do Sol na linha do horizonte, Sol da Meia-Noite a partir de 66° de latitude.
  3. Precessão dos equinócios: giro retrógrado (Leste para Oeste) do eixo da Terra. Dura 25.750 anos  ( 1 grau em 71,5 anos ou 50 segundos em 1 ano). Conseqüências: A única coisa que muda é a visão do conjunto de estrelas do céu durante a noite em diferentes épocas do ano. Exemplo: atualmente Órion é uma constelação característica do céu do nosso verão, enquanto que Escorpião é característica do inverno. Mas daqui a 13 mil anos será o inverso. Variação da Ascensão Reta e da Declinação das estrelas.
  4. Nutação: parecido com a precessão dos equinócios, só que em escala bem menor, fazendo o eixo da Terra descrever uma pequena elipse em cerca de 18 anos e 7 meses.
  5. Deslocamento do Periélio: é o deslocamento do eixo que marca a posição de mínima distância entre a Terra e o Sol.
  6. Obliqüidade da ecliptica: variação do ângulo formado entre o Plano da órbita da Terra (Plano da Ecliptica) e o Plano do Equador. Esta variação vai de 22 graus até 24 graus e 30 minutos e leva mais ou menos 42 mil anos. Atualmente, a inclinação diminui 47" por século. Há 7.660 anos atrás a inclinação era de 24° 30'. Daqui a 11.490 anos a inclinação será de 22°. Esta variação é causada pela ação perturbadora do Sol e da Lua.
  7. Variação da Excentricidade da órbita: trata-se da variação da forma da órbita da Terra em volta do Sol, ora mais circular e ora mais eliptica. Duração = 92 mil anos. Variação do Afélio: 150 milhões km a 157 milhões km. Variação do Periélio: 143 milhões km a 149 milhões km. Há evidências de que a excentricidade está diminuindo. Pode ser o movimento responsável pelas grandes glaciações.
  8. Perturbações planetárias: movimentos irregulares e pouco previsíveis que podem ser provocados pela força gravitacional de outros planetas, principalmente Vênus e Júpiter.
  9. Movimento do Centro de Massa Terra-Lua: trata-se do giro que faz o centro de massa do sistema Terra-Lua em torno do Sol.
  10. Movimento em torno do Centro de Massa do sistema solar: movimento de revolução ou translação que a Terra faz em torno do centro de massa do sistema solar (centro de massa que existe entre o Sol e todos os seus planetas).
  11. Movimento de marés: trata-se da contração e descontração do globo terrestre em razão da força gravitacional da Lua e do Sol.
  12. Rotação junto com a galáxia: a Via-Láctea gira em torno de seu centro, fazendo uma volta completa em torno de 250 milhões de anos. Assim, o Sol e todos os planetas (inclusive a Terra) giram também em volta do centro da galáxia.
  13. Revolução junto com a galáxia: como todo o universo está em expansão, nossa galáxia também viaja no espaço. Assim, a Terra e todos os demais planetas, inclusive Lua e Sol, estão se deslocando junto com a Via-Láctea.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Livro Sistema Solar - Recomendação

Recomendação do livro sistema solar

Até 1995 não tínhamos a menor confirmação sobre a possibilidade de haver planetas como o nosso orbitando outras estrelas. Desde então, um grande número de planetas extrassolares foram sendo descobertos. A partir dos novos recursos e novas tecnologias, conseguimos criar aparelhos e ferramentas capazes de aproximarem o que antes pensávamos ser inalcançável. E é exatamente isso que o Sistema Solar nos proporciona: uma viagem espacial.



Composto por imagens de alta resolução fornecidas pela NASA e por especialistas da Planetary Visions, Sistema Solar nos trilha um percurso pela grandiosidade do universo.
Hipério, Tritão, Éris e Ceres. Esses são apenas alguns dos corpos celestes presentes no sistema solar. Por trás dos muitos planetas já conhecidos oito planetas existem muito mais elementos e estruturas espaciais que ainda não conhecemos detalhadamente.
Além de completo em seu conteúdo, o livro Sistema Solar consegue unir informação e imagem de forma harmoniosa, mostrando a beleza e a imensidão espacial através da leitura.

PERSPECTIVA SOBRE O LIVRO:

A nossos leitores recomendamos é um excelente livro, muito resistente, une muita informação científica sobre o sistema solar, dados e imagens reais obtidas por sondas espaciais da NASA, incrível para quem está começando a estudar o sistema solar, servindo como fonte de pesquisa para trabalhos e no conhecimento em geral, é muito acessível para o público leigo e inclusive crianças, pois há comparações e escalas de tamanhos para que estas possam entender o Sistema Solar de uma maneira bem interessante, é um ótimo presente para elas e instigá-las a conhecer mais sobre nosso universo, em especial o nosso sistema solar.
É um livro muito completo, além de nossa recomendação, você pode ter uma prévia dele a partir destes links:
Para adquiri-lo online você pode encontra-lo no Site da Editora Blucher:

http://www.blucher.com.br/produto/08266/sistema-solar

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